quinta-feira, 30 de abril de 2009

Tecnologias e a UM


Com o avanço das tecnologias, com a progressiva necessidade de acesso à universidade fora das suas portas quer pelos alunos, que pretendem mobilidade, flexibilidade e personalização do seu espaço de aprendizagem e de interacção administrativa com a Universidade, quer pelos docentes, preocupados com o seu desempenho nos espaços de ensino e investigação, quer pelos funcionário, cuja busca de informação mais específica e útil os encaminha para uma melhor prestação dos seus serviços, a Universidade do Minho “abriu os braços” para as Tecnologias de Informação, como suporte à sua Missão, no seio do qual se articulou uma Visão assente nos seguintes princípios:

§  TODOS na e-UM têm existência na net ao nível oficial, de processo e privado;

§  TODO o espaço da e-UM é um espaço de conexão à net;

§  TODO o aluno, professor e funcionário da e-Um tem um computador portátil;

§  TODA a comunicação oficial da e-UM é digital;

§  TODA a informação preservada da e-UM é-o em formato digital;

§  TODOS na e-UM pertencem a uma comunidade de partilha de conhecimento;

§  Os campi da e-UM são pólos de contaminação para o desenvolvimento de uma região de conhecimento;”

Nesse sentido, surge o Projecto "O Campus Virtual da Universidade do Minho", que se desdobra em três frentes, a criação de uma rede Wi-Fi, que abrange o Campus de Gualtar e o Campus de Azurém, tal como as instalações do Paço, a implantação de uma plataforma de aprendizagem, e-learning, que engloba a “criação das competências internas necessárias à formação e apoio aos docentes na produção e publicação de conteúdos, bem como ao apoio dos seus futuros utilizadores”, e por fim, o desenvolvimento e manutenção de um vasto número de serviços, electronicamente disponíveis a todos os membros da comunidade académica da Universidade do Minho, de entre os quais destacamos o Serviço de Acção Social On-line, que permite fornecer informação e esclarecer dúvidas.

            De grande importância para todos os que a actualizam, a página da UM construída pelos técnicos encontra-se disponível no seguinte endereço:

http://www.uminho.pt/default.aspx

Pesquisa efectuada em:

http://campusvirtual.uminho.pt/Default.aspx?tabindex=1&tabid=4&pageid=3〈=pt-PT

quarta-feira, 29 de abril de 2009

Software Livre


De acordo com a Free Software Foundation, cujo fundador foi Richard Matthew Stallman (rms), um famoso hacker graduado em Física, pela Universidade de Harvard, o conceito de Software Livre está relacionado com a possibilidade de qualquer programa de computador poder ser usado, copiado, estudado, modificado e redistribuído sem nenhuma restrição. Existe, então, a condição de seguir quatro liberdades, expressas da seguinte maneira: liberdade para executar o programa, para qualquer propósito (1ª), sendo então permitido estudar como o programa funciona, e adaptá-lo as necessidades existentes (2ª), facultando uma redistribuição de cópias, que incluí a venda (3ª), para que a comunidade beneficie dessas modificações (4ª).

            Desenvolvendo um projecto designado GNU, a Free Software Foundation lançou a GPL (Licença Pública Geral), que para além de por em vigor as quatro liberdades, preconiza a protecção das mesmas, o que a tornou a licença com maior utilização por parte de projectos de software livre.

            Utilizando as directrizes estipuladas pela Free Software Foundation (FSF) acerca das quatro liberdades, e respeitando as mesmas, surge a “Open Source” (Código Aberto), criada pela Open Source Initiative (OSI). Contudo, enquanto a FSF usa o termo "Software Livre" para trazer um discurso baseado em questões éticas, direitos e liberdade, a OSI usa o termo "Código Aberto" para discursar sobre um ponto de vista puramente técnico, sem conflituar questões éticas.

            Na linha de pensamento iniciada por Richard Stallman, surgem as plataformas de aprendizagem, como por exemplo o Modle, um software livre, executado num ambiente virtual, tal como a plataforma utilizada por nós, a Blackboard.


Pesquisa efectuada em:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Software_livre

http://pt.wikipedia.org/wiki/Richard_Stallman

http://pt.wikipedia.org/wiki/Código_aberto

http://pt.wikipedia.org/wiki/Moodle

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Linha temporal EPIC 2014


Evolução Tecnológica


"O progresso técnico deixará apenas um problema: a fragilidade da natureza humana." 

Karl Kraus

            Quando confrontados com a realidade, apercebemo-nos que as tecnologias estão em constante mutação e evolução.

            Alguém diria que, um dia, nos encontraríamos diante de um computador, a digitar comentários num blog que nos interessa, numa mesa de café, ou na comodidade da nossa casa?

            Diriam os nossos avós que tal possibilidade se avizinhava? Não!

            Quando Tim Berners-Lee criou a World Wide Web (www) em 1989, estaria longe de pensar que, daí em diante, estaríamos entregues à imensidão da internet.

            As implicações que daí advêm, se mal geridas, podem tornar-se devastadores para algumas realidades que agora conhecemos.

            Quantos mais anos teremos nós acesso ao jornal na qualidade de papel? Será necessário esmagar essa forma de comunicar, só porque a internet se tornou um mar de possibilidades, de procuras e de descobertas?

            Não somos contra as tecnologias, nem muito menos a internet, que nos faculta tantas diversões e informação. Sim, a internet tem algumas vantagens também. Digamos que as novas facturas electrónicas evitam o abate de milhares de árvores, necessárias para produzir o papel, onde as facturas normais são impressas. E porque não falar na conexão de pessoas que se encontram distantes, mas que se tornam tão próximas com as tecnologias proporcionadas?

            No seguimento desta análise, gostaríamos de fazer referência ao filme “Matrix”.

            Um filme de ficção científica, estreado em 1999 pelas mãos dos irmãos Wachowski, que veio responder a uma ficção mental criada pelas pessoas, julgando-se próximo o fim do mundo, na entrada do século XIX.

            Mas qual a ligação com o tema das tecnologias? O suficiente para nós levantar questões importantíssimas!

            Resumidamente, nós criamos as máquinas, tornamo-nos dependentes delas, e elas tornaram-se independentemente inteligentes. Poluímos o ambiente, “destruímos o sol”, e fomos dominados. As máquinas descobriram que a nossa energia corporal as alimentava, e passamos a ser “produzidos” por elas, sendo mantidos numa realidade alternativa (que é uma representação da realidade que vivemos neste momento). Como resposta a esta degradante realidade, um grupo de humanos inicia a batalhe épica das suas vidas, contra a então dominadora maquinaria. 

            Aproveitando esta ligação, gostaríamos de fazer referência a uma frase proferida por José Saramago, no filme “Janela da Alma”, que se aproxima disto: «Algumas pessoas tentam lutar contra “a máquina”, outros deixam-se levar pela “máquina” (…) talvez se a empurrassem, ela parasse…». A realidade, tal como a conhecemos, está em mutação. Somos movidos pela “máquina”, e movemo-la também. A grande diferença é que se ela parar, nós continuamos as nossas simples existências, por outro lado, caso nós paremos de a utilizar, ela não será nada só.

            Concluindo a exposição do filme “Matrix”, temos obrigação de esclarecer que, esta “máquina”, que tanto o filme como Saramago abordam, é uma simbologia, na medida em que, realmente, representa o controlo social que exercemos entre nós.


Blog!?


Numa realidade cada vez mais gerida através da Internet, e de onde se recolhe todo o tipo de informação, não seria propício fornecer algum conhecimento adquirido por nós? Claro que sim. A rede de blogs construída para responder ao desafio lançado pela professora de Tecnologias de Comunicação Educacional, representa essa partilha, sendo então um conjunto de conhecimentos individuais, transfigurados, e ajustados segundo perspectivas de grupo.

Nessa rede, encontra-se o nosso blog “Technologically People”.

O porquê da escolha deste nome para o blog? Em resposta a essa pergunta lançamos outra. Não estaremos nós, pessoas, cada vez mais tecnológicas? Sim, hoje ninguém “sobrevive” sem tecnologias. O simples facto de, alguns de nós, não conseguirem evitar a extrema necessidade de visitar a Internet todos os dias, quer por trabalho ou mesmo por lazer, faz com que movamos esta imensa máquina.

E assim, nasce esta vontade de gerir uma página, onde aliamos lazer com trabalho, e como mais valia, assinamos a nossa posição no vasto mundo das tecnologias…

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