segunda-feira, 8 de junho de 2009

“Allegro ma non troppo, segundo de as leis fundamentais da estupidez Humana”

“Allegro ma non troppo, segundo de as leis fundamentais da estupidez Humana”, de Carlo Cipolla, aborda, através de uma sátira ironicamente humorada, a falta de pimenta como precursor do desenvolvimento económico na Idade Média, numa primeira parte do livro. Numa segunda parte, acerca das Leis fundamentais da estupidez humana, somos presenteados com “uma espirituosa invenção”, de acordo com os eruditos oitocentistas, que é nada mais, nada menos do que a percepção das barreiras ao bem-estar e felicidade pelas mãos daqueles considerados estúpidos.

Poderíamos dizer que “a vida é uma coisa séria, frequentemente trágica, por vezes cómica”, e reflecte-se um pouco naquilo que aconteceu neste trabalho. Ironicamente cómica a escolha desta obra, uma vez que não figurava na (chamada) bibliografia “oficial”, fornecida escolhida pela professora. Contudo, não se podendo aplicar às tecnologias, poderíamos analisá-la do ponto de vista da Educação.

Talvez a primeira parte seja mais difícil de entender desse ponto de vista, mas torna-se engraçado na leitura.

Com a queda do Império Romano, contaminados por chumbo, inicia-se a Idade Média, com uma quebra das relações entre o Oriente e o Ocidente, o que levou a um corte na transacção de pimenta. Eis que, duas personagens de grande importância tentam restabelecer esse contacto tão apimentado. O bispo de Brema, com um fraco por mel e caça, e Pedro, o Eremita, maluco por pimenta, são os impulsionadores da “conquista” do Oriente.

“…após séculos de escassez quase total, a pimenta voltou a aparecer cada vez com maior abundância nos mercados e nas mesas.

Neste ciclo de consumo, a pimenta influenciou o capital económico durante a Idade Média.

Na segunda parte, a estupidez vista como impedimento do bem-estar e felicidade dos humanos. De acordo com o autor existem 5 Leis Fundamentais, que em seguida transpomos, resumidamente.

A Primeira Lei Fundamental, assevera sem qualquer ambiguidade que:

v Sempre e inevitavelmente, cada um de nós subestima o número de indivíduos estúpidos em circulação.


A Segunda Lei Fundamental afirma que:

v A probabilidade de que certa pessoa seja estúpida é independente de qualquer outra característica da mesma pessoa.


A Terceira Lei Fundamental pressupõe que:

v Uma pessoa estúpida é aquela que causa um dano a outra pessoa ou a um grupo de pessoas, sem retirar qualquer vantagem para si, podendo até sofrer um prejuízo com isso.

A Quarta Lei Fundamental preconiza que:

v As pessoas não estúpidas desvalorizam sempre o potencial nocivo das pessoas estúpidas. Em particular, os não estúpidos esquecem-se constantemente de que, em qualquer momento e lugar, e em quaisquer circunstâncias, tratar ou associar-se com indivíduos estúpidos traz infalivelmente consequências que se pagam muito caro.

Para finalizar, a Quinta Lei Fundamental esclarece que:

v O estúpido é o tipo de pessoa mais perigoso que existe.

O corolário da lei é que:

O estúpido é mais perigoso do que o bandido.

Terminada a exposição do que consideramos ser o importante na obra, julgamos necessário creditar que, não sendo uma obra de teor tecnológico, e visto representar uma sátira disfarçada de extremo bom humor, é de total interesse, e de acessível leitura.

Tudo o que é bom dura o tempo necessário para ser inesquecível

A realização de um podcast foi no mínimo bastante interessante, tanto pelo facto de ter sido algo que realizei pela primeira vez, e exigia apenas um minuto de duração máxima, tendo-se assim constituído um desafio, como também pela possibilidade existente da utilização e dominação conjunta de alguns elementos integrantes do universo da multimédia, como a fotografia, o vídeo, o áudio, etc.

Os aspectos positivos que enumero da execução desta actividade são:

- A exploração de várias ferramentas multimédia em simultâneo;

- Aperfeiçoamento de algumas técnicas presentes no espaço das novas tecnologias de informação e comunicação.

O aspecto negativo que menciono desta mesma actividade é:

- A grande limitação do tempo destinado a todo o filme.

Ricardo Miranda

domingo, 7 de junho de 2009

NA PRAIA...

Achei este trabalho deveras interessante pois obriga-nos a ser rigorosos com o tempo e em simultâneo a sermos originais.A principal dificuldade foi estar um dia com as condições climáticas necessárias, pois a chuva teimava em permanecer.Acho que está um trabalho simples mas também acho que por estar simples,ficou um produto bastante razoável.

Uma Parte de mim...

Sinopse: "Hoje sou o reflexo do meu ontem...".

Alguém disse, certa vez, que era muitos num só, almas conjuntas na mesma pessoa, vidas unidas pela amizade e amor.

Pois eu fui os meus pais, sou eu, e serei sempre os meus amigos, os filmes que vejo, os livros que leio...

Esta é a minha pequena marca, a pequena parte de mim, que pretendo mostrar, esperando que represente o passado, simplifique o presente, e encaminhe o futuro.

Simplesmente, maktub!




Os meus amigos conhecem-me como sendo maluca por filmes. Eu gosto! Porém, por mais aficionada que seja pelo mundo da sétima arte, quando confrontada com a realidade do podcast, tremi de medo. Não pelo facto de ter de fazer um pequeno filme (sim, porque com 1 minuto poderíamos chamar curta-curta-...-metragem, o que até não é mau, porque nos livra dos problemas das incertezas quanto ao que colocar, que música escolher para além da principal, um sem fim de dores de cabeça), mas sim pelo facto de ser sobre mim, onde deveria filmar o que achasse prudente, e que representasse aquilo que sou. O grande problema na situação toda, é que não gosto muito que me filmem (o que também acontece, às vezes, com as fotografias). Enfim, a pergunta que me enchia a cabeça de dúvidas era só uma: “Como me vou livrar de aparecer em frente da câmara, e ainda por cima, com a minha (rouca) voz?”

A solução passou por fazer uma recolha de fotografias minhas quando era mais nova, com os meus pais e irmãos, a aprender a jogar bilhar (que também adoro), e apresentar-me como sou hoje (maior um pouco, e com mais cabelo), nas coisas que mais adoro (aí está, os filmes e os livros, enfim!).

Não quero ser mal interpretada quanto à pequena brincadeira do início, mas tinha de embelezar um pouco o filme :)

Adorei fazer esta recolha e junção de fotos, no que considero ser “Uma parte de mim…”.

Obrigada!

Ana Luísa Silva

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Second Life: Segunda Vida…? Até que ponto?


Talvez o título desta postagem possa parecer um pouco acusadora, mas antes que nos chamem de preconceituosos iremos explicar o nosso ponto de vista, até mesmo porque temos amigos que já entraram nessa realidade (virtual).

A proposta do Second Life é trazer o mundo real para o mundo virtual. Traduzindo: A proposta é fazer mais pessoas alienadas que não saem de casa para ficar no computador.

Sabemos que a tecnologia é muito importante nas nossas vidas, principalmente o computador (Internet), um meio de comunicação importantíssimo no qual dispendemos algum tempo do nosso dia-a-dia.

A questão que se coloca é:

Até que ponto pode isto ser chamado de segunda vida?

Acreditamos que seja mais uma ferramenta para fugir da realidade.

As pessoas que participam neste ambiente virtual parecem não gostar muito do seu “verdadeiro eu”, tranformando-se em homens fortes e mulheres jovens e belas, o que na realidade não o são. Então qual seria a utilidade deste programa, já que para ganhar “linden dólares” é preciso passar realmente todo o tempo (várias horas por dia, todos os dias) a trabalhar nisso?

A grande verdade é que o Second Life é somente útil para as grandes empresas que fazem as suas propagandas e ganham fortunas reais à custa de usuários que tentam fugir da sua realidade, tornando-se cada vez mais alienados.

Relativamente a este ambiente virtual É FACTO QUE:

Aprende-se alguma coisa com isso?

Nada!

Diversão?

Mínima. É bem melhor sair com amigos reais.

Dinheiro?

Também não!

Saúde mental?

Muito menos!

quinta-feira, 30 de abril de 2009

Tecnologias e a UM


Com o avanço das tecnologias, com a progressiva necessidade de acesso à universidade fora das suas portas quer pelos alunos, que pretendem mobilidade, flexibilidade e personalização do seu espaço de aprendizagem e de interacção administrativa com a Universidade, quer pelos docentes, preocupados com o seu desempenho nos espaços de ensino e investigação, quer pelos funcionário, cuja busca de informação mais específica e útil os encaminha para uma melhor prestação dos seus serviços, a Universidade do Minho “abriu os braços” para as Tecnologias de Informação, como suporte à sua Missão, no seio do qual se articulou uma Visão assente nos seguintes princípios:

§  TODOS na e-UM têm existência na net ao nível oficial, de processo e privado;

§  TODO o espaço da e-UM é um espaço de conexão à net;

§  TODO o aluno, professor e funcionário da e-Um tem um computador portátil;

§  TODA a comunicação oficial da e-UM é digital;

§  TODA a informação preservada da e-UM é-o em formato digital;

§  TODOS na e-UM pertencem a uma comunidade de partilha de conhecimento;

§  Os campi da e-UM são pólos de contaminação para o desenvolvimento de uma região de conhecimento;”

Nesse sentido, surge o Projecto "O Campus Virtual da Universidade do Minho", que se desdobra em três frentes, a criação de uma rede Wi-Fi, que abrange o Campus de Gualtar e o Campus de Azurém, tal como as instalações do Paço, a implantação de uma plataforma de aprendizagem, e-learning, que engloba a “criação das competências internas necessárias à formação e apoio aos docentes na produção e publicação de conteúdos, bem como ao apoio dos seus futuros utilizadores”, e por fim, o desenvolvimento e manutenção de um vasto número de serviços, electronicamente disponíveis a todos os membros da comunidade académica da Universidade do Minho, de entre os quais destacamos o Serviço de Acção Social On-line, que permite fornecer informação e esclarecer dúvidas.

            De grande importância para todos os que a actualizam, a página da UM construída pelos técnicos encontra-se disponível no seguinte endereço:

http://www.uminho.pt/default.aspx

Pesquisa efectuada em:

http://campusvirtual.uminho.pt/Default.aspx?tabindex=1&tabid=4&pageid=3〈=pt-PT

quarta-feira, 29 de abril de 2009

Software Livre


De acordo com a Free Software Foundation, cujo fundador foi Richard Matthew Stallman (rms), um famoso hacker graduado em Física, pela Universidade de Harvard, o conceito de Software Livre está relacionado com a possibilidade de qualquer programa de computador poder ser usado, copiado, estudado, modificado e redistribuído sem nenhuma restrição. Existe, então, a condição de seguir quatro liberdades, expressas da seguinte maneira: liberdade para executar o programa, para qualquer propósito (1ª), sendo então permitido estudar como o programa funciona, e adaptá-lo as necessidades existentes (2ª), facultando uma redistribuição de cópias, que incluí a venda (3ª), para que a comunidade beneficie dessas modificações (4ª).

            Desenvolvendo um projecto designado GNU, a Free Software Foundation lançou a GPL (Licença Pública Geral), que para além de por em vigor as quatro liberdades, preconiza a protecção das mesmas, o que a tornou a licença com maior utilização por parte de projectos de software livre.

            Utilizando as directrizes estipuladas pela Free Software Foundation (FSF) acerca das quatro liberdades, e respeitando as mesmas, surge a “Open Source” (Código Aberto), criada pela Open Source Initiative (OSI). Contudo, enquanto a FSF usa o termo "Software Livre" para trazer um discurso baseado em questões éticas, direitos e liberdade, a OSI usa o termo "Código Aberto" para discursar sobre um ponto de vista puramente técnico, sem conflituar questões éticas.

            Na linha de pensamento iniciada por Richard Stallman, surgem as plataformas de aprendizagem, como por exemplo o Modle, um software livre, executado num ambiente virtual, tal como a plataforma utilizada por nós, a Blackboard.


Pesquisa efectuada em:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Software_livre

http://pt.wikipedia.org/wiki/Richard_Stallman

http://pt.wikipedia.org/wiki/Código_aberto

http://pt.wikipedia.org/wiki/Moodle

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Linha temporal EPIC 2014


Evolução Tecnológica


"O progresso técnico deixará apenas um problema: a fragilidade da natureza humana." 

Karl Kraus

            Quando confrontados com a realidade, apercebemo-nos que as tecnologias estão em constante mutação e evolução.

            Alguém diria que, um dia, nos encontraríamos diante de um computador, a digitar comentários num blog que nos interessa, numa mesa de café, ou na comodidade da nossa casa?

            Diriam os nossos avós que tal possibilidade se avizinhava? Não!

            Quando Tim Berners-Lee criou a World Wide Web (www) em 1989, estaria longe de pensar que, daí em diante, estaríamos entregues à imensidão da internet.

            As implicações que daí advêm, se mal geridas, podem tornar-se devastadores para algumas realidades que agora conhecemos.

            Quantos mais anos teremos nós acesso ao jornal na qualidade de papel? Será necessário esmagar essa forma de comunicar, só porque a internet se tornou um mar de possibilidades, de procuras e de descobertas?

            Não somos contra as tecnologias, nem muito menos a internet, que nos faculta tantas diversões e informação. Sim, a internet tem algumas vantagens também. Digamos que as novas facturas electrónicas evitam o abate de milhares de árvores, necessárias para produzir o papel, onde as facturas normais são impressas. E porque não falar na conexão de pessoas que se encontram distantes, mas que se tornam tão próximas com as tecnologias proporcionadas?

            No seguimento desta análise, gostaríamos de fazer referência ao filme “Matrix”.

            Um filme de ficção científica, estreado em 1999 pelas mãos dos irmãos Wachowski, que veio responder a uma ficção mental criada pelas pessoas, julgando-se próximo o fim do mundo, na entrada do século XIX.

            Mas qual a ligação com o tema das tecnologias? O suficiente para nós levantar questões importantíssimas!

            Resumidamente, nós criamos as máquinas, tornamo-nos dependentes delas, e elas tornaram-se independentemente inteligentes. Poluímos o ambiente, “destruímos o sol”, e fomos dominados. As máquinas descobriram que a nossa energia corporal as alimentava, e passamos a ser “produzidos” por elas, sendo mantidos numa realidade alternativa (que é uma representação da realidade que vivemos neste momento). Como resposta a esta degradante realidade, um grupo de humanos inicia a batalhe épica das suas vidas, contra a então dominadora maquinaria. 

            Aproveitando esta ligação, gostaríamos de fazer referência a uma frase proferida por José Saramago, no filme “Janela da Alma”, que se aproxima disto: «Algumas pessoas tentam lutar contra “a máquina”, outros deixam-se levar pela “máquina” (…) talvez se a empurrassem, ela parasse…». A realidade, tal como a conhecemos, está em mutação. Somos movidos pela “máquina”, e movemo-la também. A grande diferença é que se ela parar, nós continuamos as nossas simples existências, por outro lado, caso nós paremos de a utilizar, ela não será nada só.

            Concluindo a exposição do filme “Matrix”, temos obrigação de esclarecer que, esta “máquina”, que tanto o filme como Saramago abordam, é uma simbologia, na medida em que, realmente, representa o controlo social que exercemos entre nós.


Blog!?


Numa realidade cada vez mais gerida através da Internet, e de onde se recolhe todo o tipo de informação, não seria propício fornecer algum conhecimento adquirido por nós? Claro que sim. A rede de blogs construída para responder ao desafio lançado pela professora de Tecnologias de Comunicação Educacional, representa essa partilha, sendo então um conjunto de conhecimentos individuais, transfigurados, e ajustados segundo perspectivas de grupo.

Nessa rede, encontra-se o nosso blog “Technologically People”.

O porquê da escolha deste nome para o blog? Em resposta a essa pergunta lançamos outra. Não estaremos nós, pessoas, cada vez mais tecnológicas? Sim, hoje ninguém “sobrevive” sem tecnologias. O simples facto de, alguns de nós, não conseguirem evitar a extrema necessidade de visitar a Internet todos os dias, quer por trabalho ou mesmo por lazer, faz com que movamos esta imensa máquina.

E assim, nasce esta vontade de gerir uma página, onde aliamos lazer com trabalho, e como mais valia, assinamos a nossa posição no vasto mundo das tecnologias…

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